Eaí galera, beleza?
Estaremos entendendo um pouco mais sobre o Cupido, um herói bastante usado no Embate do Castelo, mais precisamente o que ele era e sua função.
Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vênus e de Marte,
(o deus da guerra), andava sempre com seu arco, pronto para disparar
sobre o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a
princesa Psiquê, a deusa da alma.
Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Logo que nasceu, Júpiter
(pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou
obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num
bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens.
Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um
arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que
atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes
representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte,
talvez para assim sugerir paralelos irónicos entre a guerra e o romance
ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes
apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido
como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou
imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas
combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus.
[Continua...]
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Quer saber como termina essa história e na confusão que Cupido se enfiara? Não perca o 2º capítulo de Entendendo o Cupido!
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